Oncologia:

Os aspectos da radioterapia no tratamento pediátrico

Teleterapia

(radioterapia externa)

Screenshot_2.png

Braquiterapia

(radioterapia interna)

Screenshot_3.png

A  radioterapia é dividida em duas categorias: radioterapia externa (teleterapia) e a braquiterapia.
A radioterapia externa considera feixes derivados de aparelhos ou fontes externas ao paciente que recairá a radiação no local limitado pelo médico para chegar a região tumoral. Neste tratamento, o paciente é posicionado em um aparelho, sendo que sua posição é pré-determinada antes do planejamento do tratamento.
A braquiterapia é um tratamento oncológico que utiliza fontes radioativas colocadas exatamente no tumor ou próximo a ele. Estas fontes podem ser anexadas como agulhas, sementes e tubos. O principal diferencial da braquiterapia é a possibilidade da diminuição da dose, principalmente em pequenos volumes tumorais.

 

01

ONCOLOGIA-PEDIATRICA

Little Boy que joga Doctor

Efeitos

A toxicidade da radioterapia pode causar desde efeitos adversos agudos ou induzir o desenvolvimento de neoplasias secundárias em casos mais graves. Desta forma, é essencial um cuidado maior com a irradiação dos tecidos adjacentes ao tecido tumoral e com a dose prescrita durante o tratamento, possibilitando a não  irradiação desnecessária no  tecido sadio.

No momento atual, as técnicas mais utilizadas são as que possibilitam uma redução da dose nos pacientes e consequentemente uma diminuição no risco de toxicidade e nos efeitos adversos.

 As técnicas radioterápicas no tratamento dos tumores cerebrais são:

Radioterapia Conformacional com Feixe de Prótons

Picture1-1.jpg

Radioterapia de Intensidade Modulada (IMRT)

rad.png

Este tratamento constitui-se  na irradiação das células tumorais com radiações ionizantes para a destruição de um tumor e/ou impedir que ele cresça. O tratamento é considerado indolor, não invasivo e em geral, produz resultados positivos para a patologia desde o alívio dos sintomas até a aniquilação ou a cura da doença.
As células cerebrais normais crescem rapidamente nos primeiros anos de vida, tornando-se sensíveis à radiação. Em função disso, a radioterapia, não é usada em crianças com menos de 3 anos de idade para evitar danos que possam afetar o desenvolvimento do cérebro.
Em consideração a faixa etária de paciente, o câncer infantojuvenil irá ser definido como o câncer que afeta crianças e jovens entre 0-19 anos relacionados com fatores internos, principalmente de origem embrionária, sendo as 10 principais modificações nas células sanguíneas e tecidos de sustentação (tecido conjuntivo, adiposo, cartilaginoso e ósseo).

 

 

02

Evolução da Radioterapia

opa.jpg

Evolução da Radioterapia

A evolução da radioterapia teve um grande impacto nos tratamentos desses pacientes pediátricos, consentido um aumento da sobrevida com uma qualidade de vida boa. Uma radioterapia de qualidade permite uma técnica uniforme, tornando possível que o tratamento não afete a qualidade de vida dos pacientes e tenha uma diminuição  dos efeitos adversos tardios.

Screenshot_5.png
Screenshot_4.png
 
 
Fita de ouro

Equipe

  • Joanna Mirelly Vieira de Oliveira

  • Pamela Cavalcante dos santos

  • Ana Caroline Reis dos Santos

  • Hadryan Ribeiro ferreira

  • Jefersom Sousa Ramos

  • Addison Vieira de Souza

  • Flávio Santiago

  • Cleciane Gomes

FACEMA - FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA DO MARANHÃO
5° período - Radiologia

Referências

CLICK NAS IMAGENS A BAIXO E ACESSE AS PÁGINAS DE REFERÊNCIA

Screenshot_6.png
Screenshot_6.jpg